Deus é real! Mistica é ciência!

Segue uma pequena estória, de autor espiritual desconhecido, sobre a ”crença em Deus”, que a meu ver ‘convence’ muitos materialistas sobre a real questão da crença:

Para ilustrar isso, nos foi contada uma estória.

Ao encontrar com uma pessoa bastante alegre – que todos os dias fica assim – certo cidadão, amigo de poucos meses, lhe perguntou:

-Porque você é tão alegre?

– O moço responde: Por causa de Deus!

O cidadão, então perplexo, lhe pergunta:

– Como assim por causa de Deus? Como pode afirmar isso?

O moço responde:

– Ora, são verdades simples da vida. Basta ter o olhar acurado e tu podes ver!

Intrigado, o rapaz questiona:

– Como se pode provar Deus, se sua existência é totalmente subjetiva?

O moço então, relutante, profere a seguinte preleção:

– Veja bem, está questão a qual se refere não procede.

Do ponto de vista científico está errada!

Deus para mim é uma experiência e é assim que Ele existe para mim!

Basta olhar à sua volta para constatar!

Mas você não olha, não é mesmo: Tudo o que vê torna-se uma trama de algo mais além do visto!

Eu digo que Deus é uma experiência cientifica, porque é como observar a uma flor…

Ao olhá-la você percebe o quão grande ela é!

O costume das pessoas ,porém, é não olhar a flor, mas focar na representação que se tem dela..

Esta verdade é tão simples quanto comer. É algo que você faz todo dia, mas não percebe a propriedade da experiência:

Você julga: eis uma comida boa, ou : eis uma comida ruim, mas não percebe que todos estes são valores subjetivos – são mapas mentais!

Da mesma forma, rapaz, é a sua questão para com minha ‘’crença’’ em Deus!

De fato eu sou um místico – na acepção clara do termo!

Mas o que diferencia a minha mística da sua crença na descrença em Deus?

È uma diferença muito simples, praticamente impossível de se imaginar:

Nesse mundo, da cultura humana, quase tudo é tido como representativo. Você me pergunta sobre Deus e como minha afirmação de ele ser a causa da minha alegria está incorreta ou parece inverídica.  Entretanto, já parou para pensar a relevância desta questão – se Deus existe ou não?

Não precisa me responder! A resposta é: nenhuma!

Sim,porque para ser crente, neste caso, não é preciso crer , mas experienciar!!!

Voltando ao exemplo da flor – se você a observa com clareza ,vera que ela não é só uma flor, mas uma entidade viva. E o interessante disso não são somente as suas nuances, que você passa a perceber devido a uma observação mais paciente, mais acurada, mas sim as vibrações da mesma que lhe começam a ser percebidas!

E é então que entra o mistério da vida!

Qual relevância do contexto da experiência, o mapa mental que você cria diante da própria experiência?

Ai, eu, um místico por natureza (alias, todos nos o somos, mas ainda não descobrimos), lhe respondo:

A sua crença é subjetiva. Qual a veracidade de tais alegações?

– è porque elas não existem, nunca existiram.

E crer em Deus na forma como eu creio, ater-se à mística, é restaurar o âmbito da vida – restaurar esta estória de tomar a carroça pelos bois: eu boto a realidade aonde ela está e a deixo! Nesta hora, ‘a’ deixo clara para você?

Agora, se você vai transformar ou não isso em crença , aí , realmente, faz parte do seu problema!

Eu não vou dobrar a minha energia, a minha percepção da vibração cósmica , assim como em todo o espaço é, por causa de você. Eu me atenho ao que percebo, mas e você?

Resumindo:o mundo representativo da flor não é a própria flor, e se você se ater a mesma, perceberá adentrarem em dimensões astrais, dimensões superiores à 3ª, as quais você não se acostumara, então poderá vir as crenças, as constatações: aonde estou adentrado é real ou irreal?

Nesse momento, perdes a natureza da realidade, porque voltas ao âmbito da crença!

Então, crer ou descrer não é a questão do místico!

Fica a você concluir qual dos dois crê ou descrê: o místico ou o materialista -o materialismo, uma ideologia, a mística, uma constatação…

 

 

 

 

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Ha quem chame a experiencia mistica de uma pratica que adentra dimensoes da realidade desocnhecidas, onde a velocidade e fluxo de informação é maior a ponto de nos deixar inebriados,cheios de energia e alegria. Podem então ocorrer fenomenos paranormais e miraculosos. A historia de todas as civilizações está cheia disso e todas tem o mesmo ponto em comum: usam uma qualidade de interpenetração a partir do conceito de DEUS cuja unica qualidade crucialmente inerente é ”criativo”,portanto ‘algo sempre novo’, que nos inebria de conhecimentos e experiencias,trazendo entao uma felicidade sem igual,como quando conhecemos uma pessoa muito amavel,que gostamos demais,como quando nos apaixonamos – esses sao sentimentos novos,experiencias novas – ou quando descobrimos uma verdade ou uma constatação que muda toalmente nossa percepção do mundo e ou nos da instrumentos mais amplos de ação: isso nos da ANIMO! ALias a raiz da palavra ANIMO é Anima que quer dizer ALMA.

No fundo no fundo é tudo a mesma experiencia.

Adentrando na pratica mistica,apregoada por Jesus aos primeiros cristaos, por Buda a Budismo,por Krishna no Yoga,por pajes e xamãs do mundo todo,etc, sempre surgem fenomenos premonitorios,eventos miraculosos,visoes coletivas e pessoais,curas inexplicaveis e especailmente: amor incondicional e felicidade imoredoura. Qualidade e visoes extrafisicas, capacidade de manipulação da materia. De acordo com os postulados quanticos é como se passasmoes a nos desgarrar da percepção mais fraca da realidade fisica que é 99,9% energia e vibração.

A repetiação de tais fenomenos em tao diferentes culturas só atesta a universalidade da experiencia: onde haja agrupaentos humanos a um ser especial,existem essas expeiencias no conhecimento historico de dado povo,existe a referencia a feliciade e a capacidade de meio que ”alcançar” esse objetivo que de pronto deveria agradar a todos,pois afinal,quem não quer ser feliz,amoroso,sabio e ‘miraculoso’?!

È o sonho de todo ente humano desde a infancia…SO vai mudando a carapaça ao longo do tempo e de acordo com a cultura e as personalidades!

 

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