Otimismo!

Otimismo!

– Da clareza em ser ao contentamento claro/pleno em viver –

Se me respondes com raiva, ou com autoridade, com reprovação, ma alguma aitude minha (mesmo que eu esteja errado):   a questão não é mais “eu”, mas passa a ser você!

A partir de agora, eu, criança, estarei preocupado em coo me adequar a você – preocupado com as cobranças e decepções do mundo externo, e isso me fará, eu – agora eterna criança, perder o foco de mim mesmo e ao meu processo: serei arrastado para as correntes da sociedade, suas cobranças e anseios (que mal percebo e talvez nunca os peerceberei de fato), sem que o meu processo seja respeitado;

Ora, se me nego a seguir algo e se faço algo errado, porque, no íntimo, anseio por algo mais, por mais esclarecimentos, por maiores luzes quando aos saberes e métodos de abordagem da vida, que a “nossa cultura” nos propõe!

E se te recusas a me esclarecer, por práticas e pormenores, no diálogo amigo, no ensinamento claro e desapegado – sem alienar-te por mim e tornar-me, assim, tanbém, um alienando  (ainda sou fraco sentimentalmente), eu me tornarei um autômato, e a partir de agora eu serei escravo da minha sociedade (“eu serei para o sábado e não o sábado para mim”), e andarei, futuramente, alienado por padrões de busca que não desenvolvam muito a minha inteligência – porque quero, no fundo de minha inconsciencia, me sentir seguro frente ao que eu não sei, não quero ver – pois aprendi que não é legal conhecer, que não é legal interferir-se no processo do conhecimento: é mais legal ouvir e fingir compreender, obedecer, seguir atos ,simplesmente!

Agora, hoje, se não tenho consciencia do que sou, e do que quero, ensina-me a ser mais humilde – e mais humano – em face do que eu não sei;

Ajuda-me a calar a “minha” mente e achar meu coração (meu todo perceptivo que, por dedução espontânea e direta, mata o processo de ver a vida e me faz vivê-lá, tal como eu o era antes, pelo que ela tem de melhor: seu ensino, sua observância, seu leve regozijar pelos fatos e pela clareza do perceber pelos sentidos, antes de julgar pelos padrões do que já se sabe), qye ne restutyu a sabedoria da perspectiva própria, e isso resgata a autônomia de interferir, de engarjar-me, de sentir-me parte do processo do meu viver!

Por isso, ama-me, agora, pelio que eu sou – e n~]ao me faz viver o meu passado idealizado, pela forma como te tratas comigo (a forma como você se faz para mim); ouve também o seu coração – e escuta: a sabedoria que do alto de nossa inteligência, lá onde existe a sabedoria desapegada dos saberes e sígnos que restringem pelos moldes do passado; venha escitar comigo, essa silente voz inteligente vem nos dizer: VEM BRINCAR COMIGO – HÁ MUITO MAIS A CONHECER NO QUE VC CHAMA DE REALIDADE; PRESTA ATENÇÃO, NÃO PESTANEJE, NÃO SONHE O SONHO DE TUAS CONSTRUÇÕES IMAGÉTICAS, OLHA, VEJA BEM (NÃO ADAPTE), MINHA SILENTE VOZ VEM VOS MOSTRAR, PARA QUE DIGAS, SEMPRE, POR TI MESMO : HÁ ALGO NOVO AQUI, NO LUGAR ONDE EU ME ENCONTRO!

Então a nossa sabedoria se nos restitui no processo da vida – e nos embalamos no doce flutuar das asas, esquerda e direita, luzes, internas, e sombras, externas, do amar do agora, que se unifica nos doces e silentes contentamentos das uniões de nós mesmos com o inconstante (ou constantemente inconstante) mundo à nossa volta!

 

“Não recuses isto, vem meditar comigo, ouve o seu coração…

 

 

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