SOBRE A EXPERIÊNCIA MÍSTICA

SOBRE A EXPERIÊNCIA MÍSTICA

– resposta à postagem EXPERIENCIA MSITICA  , no link: http://livrespensadores.org/artigos/filosofia/experiencia-mistica/   

Não posso acusar-me o gabarito de ter iniciado no caminho Místico;pra quem não sabe ”mística” é um conceito acadêmico da filosofia que designa o inebriamento profundo ,intenso e de certa constância pelas coisas da realidade. Nele chegamos há algo que um monge beneditino, certa vez, denominou de ”materialismo espiritual’ -‘ e o que seria isto?

È uma simples experiência de estar vivendo; de aderir aos seus impulsos de vida de forma consciente e volitiva – quero dizer: de buscar aprofundar-se em sua própria consciência, buscando os descaminhos de suas crenças e de suas interpretações infundadas que palmilham no imago do que , em filosofia, chamou-se Ser  –  que nada mais é do que a presença de si mesmo livre dos pressupostos da lógica convencionada, pois esta na verdade costuma ser desnecessárias para fins não-científicos ,subjetivos, e culturais: são as padronizações de homem, mulher, casado, solteiro: enfim, aquela busca por algo mais que, por ser atrelada à formas padronizantes, mesquinhas, pois fechadas em si mesmas,de ser e de buscar a plenitude através do ”ter” uma situação idealizada, impedem o inebriamento pelas coisas reais, que nos cercam . Este inebriamento ,como disse , se não me engano ,Aristóteles, é de onde nasce toda a filosofia, e inclusive as invenções e a ciência!

Realmente é necessário reinventar o mundo, incessantemente, e a cada instante, para ser feliz. Isto não significa iniciar uma loucura filosófica de buscar coisas novas através do já convencionado, dos atrativos culturais, ou das brincadeiras teatrais, tão comuns, na forma de ser,de se apresentar ao mundo!

Na verdade, a forma de ser  vem de um impulso comum em todos nós, algo que nos compele a exercer influencia em nossas próprias vidas,e , temporariamente em nosso próprio meio. Alguns aprendem a influenciar mais os outros, a trocar mais informações, outros permanecem mais quietos em seu universo cultural,e , como o tempo, se sua consciência, sua introspecçã,o o permite, começam a ser políticos consigo mesmos, no seu diálogo interno com a plenitude – um instinto velado, pouco consciente de si , por não possuir necessariamente atributos de expressão, mas que guarda algo de silencioso, algo de muito perceptivo, que destrói os aparentes descaminhos da vida.

Tenho aprendido, em  meu caminho de meditador, que os atributos da consciência são deturpados constantemente pela paixão irracional pelos objetos da mente, impedindo-nos de analisar de forma imparcial essa nossa subjetividade e o contexto cultural de nosso meio – isso, em meditação, chamamos de alienação! Ou como dissera Buda em afirmações sobre a realidade do EU!

A consciência de ser feliz é, em realidade, algo natural no ser humano – ele permanece feliz ate lhe serem criadas, introjetadas, metas de estímulo artificial, sem uma real escolha do pequenino, do adolescente e do jovem.

A partir daí, passamos a buscar um mundo sempre muito idealizado… Tudo bem… o problema é que as idealizações se sobrepõem as percepções e existe uma fascinação pelo objeto cultural, ou , num contexto mais profundo, uma fascinação por cada ação exercida pelo individuo(a raiz da palavra ego, a ilusão de uma individualidade fixa, chama-se ”eu faço” e vem de uma língua indiana.)

Quando passamos a assumir os atributos de nossas ações como referencias externos de nós mesmos, e lhes damos importância, iniciamos a autoalienação. A famosa troca do ser pelo ter! Isto é o que produz a infelicidade.

Parece um tanto difícil de compreender, de forma sintética, este pensamento embasado principalmente na psicologia oriental. Entretanto, como nos esclarece o psicólogo Daniel Goleman, que escreveu o livro “A ARTE DA MEDITAÇÂO” – recomendo -, esta psicologia meche com a raiz dos problemas humanos, nos seus mecanismso de percepção descontrolados, pouco práticos e ,de certa forma, irracionais(explica-se tal mecanismo no livro). Já a Psicologia comportamental , a mais cultuada nos EUA por sua ‘cientificidade'(baseia-se em simples correlações facilmente observaveis no comportamento animal e em grande parte do comportamento humano), trata de adequar cada um dos bloqueios e dos mecanismos aparentemente doentes, porque não se enquadram no contexto das ações sociais, à uma forma agradável e pouco fascinada de se viver. E qual o resultado disso? Infelicidade, ansiedade e depressão, constante nas sociedades humanas, principalmente nas mais ligadas ao capitalismo (Índios, por exemplo, não padecem tanto deste mal, sentindo-se mal em realção à própria cultura, ao próprio meio social)!

Somos seres que cuidam pouco de si e muitos dos ”outros” e das ”coisas”. Sócrates dizia que adorava ir às feiras: para ver o tanto de invenções novas que eram desnecessárias para ele ! Isso rende uma boa gargalhada – com causa num preceito ” do mias sábio dos homens”!
Sócrates tinha uma inteligência incrível, e foi precursor de toda uma doutrina espiritual muito pouco divulgada pelos que o estudaram.Tinha crenças muitos semelhantes ao espiritualismo yogue e espírita. Sua visão da sociedade já estava muito à frente das idealizações da época, tanto que hoje construímos nossa base ”legal” , de preceitos ”legais” que ”regeriam ” uma boa sociedade, semelhantes a opiniões deste sábio mestre! Diseera-me uma filósofa: certa vez Socrates se encontrava em situação de guerra e, tendo machucado a perna, não pode acompanhar a debandada dos soldados para outro local. Ocorreu que uma pequena frota do exercíto inimigo lhe vinha ao encontro. Este, não podendo mover-se suficientemente, permaneceu ”recostado”, e, ao chegar o exercitto inimigo, pronto à matá-lo, exclamou, como que triunfante: homens, venham! Eu os peguei. Sua voz caregava tanta veracidade que convenceu o grupo de soldados a fugirem!

Um outro relato convincente sobre a relação da mística com a vida de Socrates:

“Além disso a guerra não interrompeu as meditações de Sócrates; Alcibíades diz-nos que Sócrates ficou imóvel no mesmo local durante vinte e quatro horas, mergulhado nos seus pensamentos, não parecendo mesmo ver os soldados que o observavam estupefactos.” Alcibiades em “O Banquete”.  (Quem quiser saber muito do tema, leia: SOcrates ou o Despertar da Consciencia, de Jonh )

Então é isso: mude seu contexto cultural-  é extremamente necessário, para a felicidade, o paradigma perceptivo. Quem se corrigir pelas bases só do comportamento, da moral e dos costumes sociais, acaba perdendo algo do seu ser que depois costuma se manifestar em dor, tédio, infelicidade. È necessário a limpeza dos conteúdos internos!

Para os interessados no tema, leiam o livro “A Ciência Contemplativa”, de B Allan Wallace. Um grande livro, aposto que os nossos amigos acadêmicos não farão muitas objeções pois é realmente bem embasado!

Existira agora uma ciência da subjetividade, que se comprova pela pratica, por sua felicidade e por usa capacidade de expandir a inteligência e a criatividade. A estas chamamos meditação, mas, na verdade, é o culto a uma espécie de ” pensamento realmente livre”, algo que transcende o nível cognitivo e o domina de forma desapegada, imparcial, para então molda-lo ao seu bel prazer.

Isto seria nos tornarmos robôs de subjetividade científica?!?

Poderia até parecer, eu acreditaria nisto se não tivesse a par de tudo que sei e das experiências que venho tido neste campo da mística: é arrebatador…

Deus realmente se manifesta, mas nosso amigo Krishnamurti, grande filósofo da meditação(usando do estilo filosófico para transmitir suas experiências ilumintativas*) gostava de chama-Lo, simplesmente, de INTELIGENCIA, com maiúsculo!!

Quando adentramos no mistério do existir de forma profunda e com ”devoção concentrada”,algo que  nada mais é que utilizar seus mecanismos passionais,os psicanalistas ”o conhecem”(teoricamente, pois ninguém ainda o realizou completamente, não que o mundo saiba), para direciona-los ao total da vivencia, o holismo, à capacidade de não subtrair o que se vê a partir da valorização irracional de certos atributos do ”real”!

Poderia filosofar sobreos atributos da realidade: mas redundaria em perda de tempo. A realidade possui , na verdade, um caráter perceptivo – quem se embrenha na percepção, pela busca ”cientifica” pelo mistério criativo, realmente encontra as invenções e o conhecimento seguro das relações humanas e até mesmo do mundo físico ao seu redor! É inevitável. Einstein exaltava o Budismo, e muito. Todos os grandes inventores possuíam esse fator de inebriamento, de avassalodara vontade de conhecer, de inovar.. E o processo criativo trabalha com o nível que chamamos de intuição, de inebriamento: não é uma conclusão simples do intelecto ligado à memória; è algo q envolve a devoção na intenção concentrada de se criar!

Quem tiver dificuldade nisto, trate de desenhar e pintar; leia o livro DESENHANDO COM O LADO DIREITO DO CEREBRO (apesar de sabermos que a construção de lados do cérebro para definir criatividade de um  lado e a razão de outro, é pouco cientifica), mas funciona de forma satisfatória, na prática!

Temos que convencer nossa razão a tomar controle de si e a disciplinar-se, para manifestar ” as tendências discriminativas puras” – ou manas, como chamam os indianos!

Parece uma vigem – e realmente é!

Pode ser usado no campo da ciência, no combate ao stress, na melhoria dos comportamentos e na chamada iluminação, ou consciência da harmonia, de Deus, etc.!

Existem níveis expressos e conhecidos para esta ”iluminação”. Eu vivo, de forma parcial e passageira, níveis básicos disto através da meditação!

E não largo disso ”nem a pau”. Como diria, baseando-me em uma entrevista com B Allan Wallace (link:): um cachorro se contentaria em viver sua vindinha no nível do normal – brincaria aqui, buscaria comida, comeria acolá, e faria sexo. Mas eu, sendo homem, e dotado de uma tendência à expansão, à inteligência, não me contento com estes níveis ”básicos”: busco sempre o aperfeiçoamento – há muito o que aprender!

Voltando à questão da felicidade, diria que no mundo cognitivo tudo é uma questão de pontos de referência: crenças idealizadas que querem determinar o mundo em algo fixo, nos dando segurança –  ”isto é”. Entretanto, as denominações só são necessárias, de fato, no campo da linguagem – fora dele não há necessidade de repeti-las e repensa-las. Confiar na intuição perceptiva é o que há de melhor para o homem! Isto não é necessariamente religião. Buda foi interrogado a respeito das crenças humanas, de sua memória e se isto não se perdia se buscássemos barrar esta constante chuva de determinações, de nuvens de pretenso saber que encobrem a realidade cabalmente presente (o famoso AGORA). Ele respondeu ,com sua magistral sabedoria do desapego á tendência ao EU, tendência esta que encobre o medo do desconhecido: Não, pois a memória é como um livro. Você não precisa rebusca-la. Quando necessário, pegue o livro e abra!

Então é isto. Hoje, ‘sabemos’, eu, pelo menos parcialmente, sei, bem como o famoso estudioso de mitos, Joseph Campel, entrevistado por Bill Moyers no livro “O Poder do Mito”, que: com a predominância da atenção (mecanismo ”catalisador” de toda a inteligência), podemos adentrar nos mundos inconsciente de nosso cérebro e domar as tendências ao pensamento fixo/repetitivo, estimulando assim a capacidade de conhecer o que ainda não conhecemos, e abrindo o ”coração ”, ou percepção inominada, não atrelada a atributos personalísticos e tendenciosos, com mascaras sociais, para a realidade que realmente nos cerca!

Chegamos, finalmente, ás experiências iluminativas, que possuem vários graus, segundo os estudiosos da meditação, budistas e yogues. Ocorre a fusão do inconsciente à percepção. Durante a experiência, vamos percebendo as crenças inconsciente, que, como sistemas de defesa, gravitam lá no fundo, estimulando nossa forma de ser e agir a partir de uma estratégia que nos identifique e oriente ”seguramente” no nosso convívio com o mundo (resultando numa certa perda da originalidade, de uma individualidade própria que é pouco alienada – isto é transpessoal, por isso experimentem primeiro). Então, muitas vezes, devido à procura prática, começamos a entrar nos mecanismos dos sonhos, sonhamos um pouco, de forma ainda ‘acordada’, consciente do corpo e da mente. Até que adentramos na lógica observadora, a inteligência pura que julga e percebe sem se utilizar dos pontos de referência (isto é a pura criatividade)!

Passamos a imprimir lógica em nosso contexto, através de uma fusão gradual do imaginário à percepção: suplantando a ilusão das coisas ditas reais para as cabalmente reais, aquelas ditadas pela percepção (diremos assim para não complicar ).

É nesse estado de consciência que poderemos viver a consciência do Ser feliz!

A busca some dando lugar ao inebriamento pelo novo e pelo criativo; surge o chamado amor ágape, ou espiritual, a compaixão dos budistas. Então, pelo ”não julgueis” deixamos de preconceber o mundo e aprendemos a aceitar a vida como ela é. Surge uma fusão do Eu, que era ilusório e pouco participativo, separado em seu mundo onírico, de vigília, próprio, com as suas percepções e com o seu mundo – nada mais falta então!

Algo só falta quando cremos na sua necessidade!

Dirão alguns que as necessidades do corpo são primordiais, entretanto, o quanto podemos avançar na evolução do controle consciente dos sinais do cérebro e dos seus mecanismos ?

Vejam bem: isto é algo conhecido dos ”religiosos da meditação”: vários homens, e mulheres, que passaram por este meio místico afirmando não comer, não beber e não padecer dores. Vemos isto muito por aí; em práticas de auto-transe na áfrica,no vodu e ate numas religiões das Américas, que pisam  no fogo(esta ultima contestável). Entretanto, o Discovery Chanel realizou três documentários a respeito do tema: de um menino chamad de ‘O NOVO BUDA’ que , diziam as autoridade locais, estava a seis meses meditando numa arvore – foi filmado por mais de 48h, não lembro o tempo exato, sem se mexer, realizando apenas movimentos intercalados com as pernas. Durante a chuva, ele começou a expelir de sue próprio corpo ,por meio do suor, a água que lhe era absorvida em demasia!

Filmaram também uma yogue de aparência chinesa, perdoem a falta de dados, que foi enterrada durante dias num caixão, sobrevivendo, então, sem oxigênio suficiente – e sem comida, é claro, por um tempo aparentemente impossível para o homem comum; Isto é conhecido no meio do yoga como o Samadhy adiantado, quando o praticante ‘perde’ a respiração, permanecendo por horas ou mais desta forma; existem famosos gurus na Índia que passavam dias assim, imóveis! Yogananda adentrou neste ínterim ao comparar as experiências de São Francisco com as dos seus mestres da Kryia Yoga, como Sri Yukteswar,e , posteriormente, suas próprias experiências; Alexandre Campelo, um grande amigo Kryabam, tratou do tema no seu recente livro: SÂO FRANCISCO, O YOGUE DE ASSIS, disponível na livraria cultura, que, aliás eu ainda não li!

Então, uma das interpretações que podemos tirar disto é que estes grandes mestres da sabedoria transpessoal (posterior à racional segundo Ken Wilber, mas que não a prejudica) utilizaram de mecanismos de crença para sobrepor os devaneios inconscientes e as cristalizações das mentes presentes nos homens, utilizando-se de um foco concentrado: Deus.

Eu ,pessoalmente, meus amigos, acredito em Deus e em muitos coisas – tenho minha forma particular de compreende-Lo. Entretanto, qual seria a importância disto? Nenhuma!Faz-me feliz justamente porque O busco de uma forma cientifica, tal como nos referiu Paramahansa Yogananda, a respeito do que ele chamou de método cientifico para encontrar Deus: Kryia Yoga!

Utilizem do foco concentrado e verão suas mentes operarem maravilhas. Realmente é inovador. Não é necessário crer em nada; pois até para meditadores como Yogananda, o nível das crenças é necessário só no início, depois é substituído pelo inebriamento e, talvez sim talvez não, por uma capacidade de adentrar na consciência do outro, ler os sinais da realidade e modifica-la de forma satisfatória: como relatam seus discípulos diretos (bem como de outros mestres e místicos)…

Não quero alimentar sonhos, apenas conduzi-los ao conhecimento do Ser que os cerca, e q é você mesmo!

A unidade com a existência é uma necessidade para o pensamento livre, esta só surge com o desapego e com o esquecimento da frenética paixão pelo devaneio dos saberes presentes nas formas comuns de se pensar – eu chamo isso de ‘Consciência Mitológica’ no homem! Busquemos transcende-la.

Oferecer-lhes ei breves conceitos relativos às etapas do desenvolvimento humano de acordo com a transpessoalidade da psicologia do yoga – muito parecidas com as da ocidental e ate com as religiões! Veremos!

Ps. : a respeito do ceticismo. Em realidade ele só reside numa cultuada atitude anti-realista, Entretanto, esta só se desenvolve com plenitude através da mística de que tratei, da ‘meditação’ ou inebriamento pela realidade. È infalível. Só é indeterminável. O tempo depende de cada um de suas resoluções. No começo é difícil ,custa, depois você percebe q não é questão de desejar ,mas de deixar acontecer. Virão analises, de começo bem ‘’pesadas’’(me refiro ao grau de consciência das mesmas, e da freqüência cerebral a qual elas pertencem), depois estas, já outras, se tornaram mais claras, com um quê de inteligência, de entusiasmo, de inovação. Depois terás vontade de explodir de alegria. Terás idéias incríveis e idealismos poderosos. Podes curtir esta fase. Entretanto, se te incentivares a ires além. Perdendo a consciência do Eu determinado, do noem, vendo-os por fim como simples sonhos, chegaras muito perto da iluminação definitiva, mesmo que esta experiência dure pouco… Ocorre mesmo, depois relatarei algo mais particular. Indo além disso, a calmaria tomará lugar da dispersão ,e o tédio cedera a uma energia atenta, disciplinada, extremamente consciente.

Como as frequências cerebrais diminuem, trazendo pensamentos cada vez mais profundos. Em teoria estaríamos dormindo, entretanto a consciência, de alguma forma, se sobrepõe, tornando-nos mais acordados do que nunca! È super estranho! E super espantoso!

Tornas-te o superman, mas com bases na realidade.

Serás a Águia que voa, mas com consciência de como é viver na terra e em seu contexto: voaras ao infinito do pensamento livre-criativo, e estarás ao mesmo tempo presente na consciência dos homens ao teu redor, vendo suas mesquinhas e bobas pretensões ao saber, suas memequices, seus partidarismo/particularismos doentios por si mesmos!;

Pesquise a NORMOSE- Patologia da normalidade (livro em vídeos do youtube.com) – te será muito útil. Garanto.

M de L.

Recomendo ler:

http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/meditar.htm

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